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Push Start 2.0 – Pushing Harder!

janeiro 29, 2014
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Boa noite amigos e amigas! É com imenso prazer que venho comunicar que nesse mês de fevereiro acontecerá a segunda edição do evento “Push Start” no SESC Campinas. Para quem não sabe ou não lembra, esse é o evento em que eu, Junião, junto com o meu amigo Tellion iremos fazer um bate-papo descontraído sobre a história dos videogames além de disponibilizar jogos e videogames antigos pro pessoal experimentar de graça!

Esse ano, um pouco diferente do que foi em 2012, nós vamos separar a jogatina do bate-papo. Então quem quiser ouvir e conversar sobre a história dos games é só aparecer às sextas-feiras durante o mês de fevereiro na unidade Campinas do SESC, sempre às 19h. As jogatinas acontecerão aos domingos sempre no horário das 14h.

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O SESC Campinas fica localizado na Rua Dom José I, 270/333 , no bairro do Bonfim. Mais informações favor consultar a página 21 do guia de eventos de fevereiro do SESC ou acessando esse link.

Nesse domingo, dia 2 de fevereiro começou a nossa brincadeira. Muitas crianças e adultos tiveram a oportunidade de experimentar alguns jogos dos nostálgicos Atari 2600, Nintendo e Master System. Leia mais…

A Síndrome de Dungeons & Dragons (a série de TV)

janeiro 6, 2014

Quem assistiu TV há duas décadas vai se lembrar do famoso desenho Caverna do Dragão (talvez duas décadas e mais um tanto, na realidade). Atração matinal da Globo. Era realmente muito bom para a época e as situações que a animação trazia eram tão conflitantes que às vezes até o telespectador ficava indeciso, pensando no que os aventureiros deveriam fazer para escapar daquele mundo alternativo imposto a eles. 

MUITOS anos depois, li a suposta HQ final, feita, dizem, com a autorização dos próprios criadores da série. Sem spoilers. A história do último episódio está aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Requiem_(Dungeons_and_Dragons). A HQ é fácil de achar no Google também. De qualquer maneira, Internet não era algo acessível na época (sequer fora inventada, deu seus primeiros passos aqui no Brasil em meados dos anos 90) e aquela chama ardente consumia muita gente, inclusive eu: o que acontece no final? O episódio estava escrito, mas não tinha como ler (não havia internet), não tinha HQ e obviamente, não seria possível descobrir a história pela TV. 

Hoje, eu, marmanjo de 27 anos, ou 28 para serem completados em menos de duas semanas, me vejo na mesma situação. Maldito NetFlix. Malditos R$ 16 e uns quebrados gastos por mês para ver tudo que eu quiser. Maldita hora que eu cliquei naquela quadradinho com a foto de um cara parecido o Seiya, onde estava escrito: Saint Seiya, A Saga de Hades. Um pouco mais acima desse letreiro, outra coisa estava escrita, bem menor: The Lost Canvas. Não tinha visto em um primeiro momento. Achei que fosse a Saga de Hades dos Cavaleiros do Zodíaco, com Seiya, Shun, Saori, Ikki, Hyoga, Shiryu e a porra toda. Não era. Me deparo com uma história bonitinha sobre Tenma e Alone, dois amigos separados muito jovens. O cara parecido com Seiya é Tenma, o Cavaleiro de Pégaso que participa de uma guerra santa entre Atena e Hades. Tudo isso 200 e poucos anos antes da série original, ou até mais.

Sem grandes detalhes sobre a história, posso dizer que voltei a me sentir aquela velha criança de 8 anos assistindo Cavaleiros do Zodíaco na extinta Manchete. Algumas diferenças são salutares, é claro. Aos 27 anos, posso me dar ao luxo de abrir uma cerveja e assistir os episódios com a fala em japonês, com legendas em português. Também posso vê-los em HD, com todas as glórias e traços, convenhamos, infinitamente melhores, até porque estamos falando de 2009 (ano de lançamento do Anime), e não de algo feito com efeitos e tecnologia dos anos 80. E devo dizer, com o perdão do palavrão, puta que pariu, Lost Canvas é bom. Não. Lost Canvas é bom pra caralho. Apesar de protagonista, Tenma (o cavaleiro de Pégaso) fica em segundo plano por boa parte do tempo, porque os outros personagens são muito bem desenvolvidos. Todos eles, sem exceção. 

Se você realmente quiser ver os Cavaleiros de Ouro em toda a sua grandeza em batalhas fantásticas, esse é o lugar. Mas é claro, tem o problema. A Síndrome de Dungeons & Dragons, ou Caverna do Dragão, como queiram. NÃO TEM FIM! Quer dizer, tem. No mangá japonês. Porém, contudo, entretanto…o OVA tem apenas duas temporadas e as mesmas não correspondem ao final absoluto dos mangás. Falta a terceira temporada. Terminei hoje de assistir à segunda temporada, ao contrário de muita gente que já viu tudo que tinha para ver de Lost Canvas há mais de um ano. Só que eu, assim como eles, clamo por uma terceira e final temporada. E enquanto isso não acontece (se é que vai acontecer, já que não faz lá muito parte dos planos da TMS terminar a série), fico aqui nessa mistura de frustração e curiosidade enorme de saber qual é o final do negócio.

Em suma, estou amargurado. Se você quiser um bom anime (que em partes chega até a ser melhor que o original excetuando-se a saga do Santuário, que tem espaço reservado em meu coração), ou melhor, um fantástico anime, assista às duas temporadas de Lost Canvas. São imperdíveis. E também prepare-se para dias ou meses, até anos, de uma curiosidade que pode não ter mais fim. E com o espírito nerd abalado, porém rejuvenescido, aguardo ansiosamente o filme em CGI de Cavaleiros do Zodíaco. Um reboot da batalha do Santuário com todas as glórias que o full HD + 3D pode trazer…

20 coisas que fazem eu me sentir um gamer velho (Nostalgia alert)

dezembro 23, 2013

Seja algo diferente e revolucionário em um game, ou uma coisa que você vê corriqueiramente em todos os jogos atuais e não via antes, é inegável que o conceito contemporâneo das empresas que fabricam os softwares que fazem você fritar a mente em frente a uma TV ou PC mudou muito. E francamente tem algumas coisas que me irritam muito nos dias de hoje. Outras que vieram para melhorar a experiência. Algumas simplesmente me tiram do meu sério. Vamos a elas…

1 – Sou do tempo do Continue/Game Over. Hoje estamos no tempo do checkpoint, o que nos leva a…

2 – Em praticamente qualquer jogo atual, é possível ressuscitar exatamente no ponto onde morreu e quantas vezes quiser.

3 – Save point praticamente não existe. O jogo salva automaticamente para você.

4 – Antigamente, matar um chefe era um grande acontecimento. Hoje, é fácil demais -> morra 150 vezes, volte do mesmo lugar, sem medo de ter que jogar a fase de novo e assista praticamente a um filme, já que tem mais action trigger do que qualquer outra coisa envolvida.

5 – Ao mesmo tempo que os games de console se tornam mais e mais casuais, qualquer RPG que se preze pra PC exige que você desista de ter uma esposa, filhos e emprego para achar itens e ter um personagem bom.

6 – Só tem dois jogos de futebol no mercado. Um é muito bom, mas muda muito pouco de ano pra ano. Outro foi muito bom e hoje está tão ruim que nem efeito de chuva consegue simular em um videogame da atual geração.

7 – Antigamente os games vinham mais completos. Hoje tem um troço chamado DLC. #@%¨%@&!!!!!!!!

8 – A trilha sonora de Final Fantasy não é mais em MIDI.

9 – A gritante falta de turn-based RPG’s no mercado e a maldita abundância de ARPG’s com batalha em tempo real e gráficos estonteantes no mercado. (bons tempos de PSOne hein?)

10 – Resident Evil não é mais survival horror, é action movie.

11 – Street Fighter depois de trocentos e tantos anos, ainda continua sendo o melhor game de luta no mercado.

12 – A EA Sports continua lançando patch anual e mudando o número ao lado do título: FIFA 12, FIFA 13, Madden 12, Madden 13, etc.

13 – Antigamente o tesão era juntar uns amigos em casa e todos dividiam praticamente os mesmos dois controles. Depois chegou a era do adaptador onde até quatro jogavam. Hoje acho bom você ter uma internet rápida…

14 – …para jogar single-player.

15 – Fórum de internet nos anos 2000 era legal porque o povo se ajudava e conseguia “zerar” o game mais rapidamente. Até achava uns segredinhos no processo. Hoje serve para fazer reivindicações, xingar a produtora do jogo e chorar quando o mais minucioso detalhe de qualquer título desagrade o usuário.

16 – Não se fazem mais jogos de plataforma como antigamente e os grandes jogos de plataforma atuais continuam tendo como protagonistas os mesmos caras que vemos desde a era do NES/Master System/SNES/Mega Drive.

17 – Need for Speed continua fazendo sucesso e os melhores jogos sempre se baseiam na fórmula de um game lançado há uns 20 anos. Hot Pursuit.

18 – Seu jogo single-player favorito que precisa de conexão na Internet para ser desfrutado não vai funcionar se o servidor estiver em manutenção.

19 – Todo jogo é muito fácil. Quando não é, chegou a hora de ir a algum fórum xingar a produtora por ter feito algo “impossível” de ser batido.

20 – Jogos free-to-play que não são free-to-play. Você baixa uma demo gigante de alguns gigas e descobre que a experiência toda tem trocentas limitações. Ou então descobre que se quiser ter um bom personagem com os melhores itens, vai ter que desembolsar uma grana porque apenas jogando será necessário abandonar a família e a vida social. Isso se aplica principalmente aos MMORPG’s.

A quest por um novo MMORPG, parte 1: TERA

novembro 2, 2013

Olá amigos, depois de um longo inverno, cá estou novamente – e com alguns reviews. Depois de desistir de League of Legends devido ao comportamento infame, irritante e medíocre da comunidade brasileira, resolvi procurar alguma coisa nova para jogar que se adequasse ao meu iCore i3 de 3.06 GhZ, com uma apenas razoável placa ATI Radeon 6570 HD de 256MB, com 64 bits (isso significa lentidão). Obviamente, meu computador rodaria algo como Planetside 2 ou qualquer Call of Duty/Battlefield de maneira tão porca que seria até uma ofensa instalar um jogo desses. Desculpe, mas jogar algo do tipo em 1280×1024 traz uma sensação de impotência que não dá para descrever.

Logo, eu precisava de algo free-to-play e que rodasse na minha máquina com uma resolução aceitável e com um FPS honesto. Após o súbito e brutal falecimento do canhão óptico de meu PS3 e a ainda mais súbita e brutal descoberta de que um PS4 custaria R$ 4.000,00 aqui no Brasil, decidi que aguardaria um pouco mais para comprar um console de nova geração e faria isso sem torrar minhas economias. Você, pelo título, já deve ter imaginado onde eu fui parar: nos mmorpgs “f2p p2w” – os famigerados free-to-play, pay to win. O primeiro game a ser analisado é TERA, RPG coreano baseado em um sistema de pagamento mensal que se tornou free há não muito tempo.

TERA (Bluehole Studios)

Certa vez, na casa do co-escritor desse blog, Junião, estava navegando pelo YouTube e vendo alguns gameplays de jogos. Eis que surgiu um vídeo de TERA. Até o próprio Junião, que é um dos caras menos impressionáveis que eu conheço, viu os gráficos do jogo e ficou, digamos que…boquiaberto. Do jeito dele, óbvio: “nossa, legal.” É, foi isso. Coube a mim ver se havia alguma substância no MMORPG ou se ele era apenas bonitinho, porém ordinário.

Por partes – obviamente meu PC não rodou TERA nas resoluções máximas, mas por se tratar de um jogo graficamente tão pesado, fiquei feliz em ver que ele é optimizado para máquinas não tão potentes. Isso significa que se você desativar todas as frescuras, vai ter um FPS de 40 para mais na resolução máxima. Eu queria, claro, ver o quão bonito era TERA e por isso baixei a resolução, ligando todas as frescuras. Basicamente: é o jogo mais belo que já vi. Trata-se de uma obra de arte, onde todos os efeitos, sombras e texturas combinam tão perfeitamente entre si que às vezes eu entrava no game apenas para admirá-lo. Infelizmente, o FPS cai bruscamente nas Dungeons, portanto é necessário ter uma placa de vídeo feroz e ao menos um iCore i5 com mais de 8 GB de RAM para conseguir acessar os recursos gráficos mais avançados.

Em termos de jogabilidade e combate, é um jogo diferente. Trata-se de um action RPG real – você tem que mirar todas as habilidades e sim, se você errar, vai acertar o vácuo. Muitos adoram e eu também gostei muito. Meu arqueiro exige uma certa destreza para ser jogado e sempre tenho que me esquivar dos mobs para não tomar dano. Jogar com um personagem de combate corpo-a-corpo também requer habilidade para atingir os golpes e se esquivar ou então bloquear (com escudo ou com a própria arma) no momento adequado. Por outro lado, TERA é um grind eterno de quests e digamos que elas são muito pouco criativas, para não dizer medíocres. Você passa o jogo todo basicamente matando monstros de todos os tipos. Mate 10 de tal tipo e complete uma quest, e por aí vai. Depois de algumas horas, isso se torna incrivelmente maçante e prejudica a imersão. Eu me peguei saindo do diálogo e clicando em “accept/next” desesperadamente depois de deixar a primeira cidade.

Levando em conta que as quests que contém a história do jogo são todas assim, fica difícil. Na verdade, os diálogos são tão bobinhos e a história do jogo tão mal contada que ele vale a pena mesmo pelo combate. O PVP é bem interessante e envolve grupos de 20 contra 20 – por incrível que pareça, não tem tanto lag. Também tem batalhas de guilda contra guilda muito legais. No quesito PVE, é mais fácil fazer tudo sozinho em termos de quests, excetuando-se poucos casos onde alguns dos monstros maiores (chamados de BAMs – boss area monsters) trazem dificuldades. TERA também tem um sistema de dungeon onde você e mais quatro pessoas entram em uma área separada do mundo normal para completar alguns objetivos e matar o boss. É bem interessante, principalmente considerando a variedade de classes e combinações que elas trazem. Ao chegar nas dungeons finais, o número aumenta para até 20 pessoas, divididas em grupos de cinco.

tera

Outros pontos negativos, não tão gritantes, porém incômodos: muitos itens utilizados pelo seu personagem são skins de outros e isso cria uma sensação de não evolução. Vou explicar melhor. É muito chato ver seu personagem no lvl 30 ser extremamente parecido com outro que está no lvl 8, mas é isso que ocorre. As skins dos monstros também são reutilizadas em áreas diferentes. Falando do cash shop, digamos que encantar um item até o último nível sem fritar o cérebro só é possível após gastar alguns dólares. Enfim, TERA é um jogo MUITO bom se você tiver paciência para chegar ao level 60. O endgame é rico, cheio de opções PVP/PVE e isso é uma das coisas mais importantes para o MMORPG que se preze.

Porém, ter paciência para chegar ao nível máximo, considerando a demora do processo (até porque TERA é um jogo open-world e o deslocamento de um lugar para outro demora um certo tempo) e a repetitividade das quests, não é uma tarefa para todos.

NOTA: 7

Prós:
– Gráficos estonteantes
– Combate divertido e baseado na habilidade do jogador
– Endgame rico

Contras:
– Repetitivo
– História péssima
– Jogo invariavelmente leva o usuário a utilizar o cash shop

FIFA é o escambau!

setembro 12, 2013

Fifeiros que me desculpem, mas esse ano sou PES. Não porque PES 2014 é melhor que FIFA 14, acredito o jogo ainda não chegou a esse nível. Mas baixei o demo e sim, gostei muito. É inegável que o FIFA é mais polido, mais bem acabado e na atual geração, muito superior. 

Só que neste ano, em específico, acho que a coisa tá mais pau a pau. Como quem joga FIFA desde o 94 e PES desde o tempo do PSOne, eu digo: dê uma chance ao PES 2014. Uma chance não é jogar uma partida demo e falar: “isso aqui é uma bosta!”. Uma chance é jogar várias partidas, inúmeras, pegar os times, tentar aprender os dribles, marcar alguns golaços. Sinceramente, joguei muitas e muitas partidas da demo e a cada jogo tenho uma surpresa. Nas dificuldades mais fáceis existe aquela história da “manha pra fazer gol”, a jogada manjada. Nas mais difíceis, você tem que pensar, estudar a jogada, saber enfiar uma bola e não basta apertar triângulo.

O sistema de domínio de bola está muito bom. Utilizando os dois analógicos, você pode dominar com uma perna, jogar para a outra, tocar de letra e girar em cima do seu adversário. A interação entre o jogo e a torcida é muito real. As reações acontecem a cada lance. Um passe errado, uma entrada forte, um gol perdido, um gol marcado. Qual não foi a minha surpresa quando eu toquei uma bola para o Cristiano Ronaldo e ele, de costas para o zagueiro, matou ela com a sola do pé direito, deu o corpo, protegeu e quando mexi o analógico direito, já deu um tapa na bola e girou, saindo com ela de frente?

Vendo vídeos de gameplay do FIFA 14, cheguei a conclusão de que mudou a movimentação e o posicionamento do jogador ao chutar a bola. PES mudou isso e muito mais. E acho que o sistema de drible do PES agora está bem melhor e mais prático. Impressionante a miséria que dá para fazer apenas controlando o seu jogador com o analógico esquerdo e apertando o R1 para correr. Por fim, acho que a concorrência é sempre importante.

A EA não. A EA está fechando pacotes exclusivos com clubes, ligas e transformando o mercado de jogos de futebol em um mini-monopólio. A Konami foi obrigada a retirar o editor de estádios que vinha embutido no jogo por causa de problemas de licenciamento. A EA não quer que o jogador do game concorrente tenha a possibilidade de recriar estádios e salvá-los para jogar depois. Isso era muito legal. Imagine você torcedor Palmeirense, jogar com o seu clube e criar um estádio parecido com a nova arena Palestra. Divertido né? Mas não pode, porque a EA não quer que o jogador do game concorrente tenha essa possibilidade.

Então quer saber? A EA e o FIFA que vão pra puta que pariu.

Impressões sobre Reaper of Souls, a expansão de Diablo III

agosto 31, 2013

Como devem ter notado, tenho postado menos, em virtude da extrema falta de tempo, mas hoje cá estou para dizer rapidamente o que achei da expansão de Diablo III, ou pelo menos opinar sobre o pouco que sabemos até o momento.

- Teremos uma nova classe, o Crusader: pelo trailer, me parece ser a mais legal de todas em termos de habilidades e o personagem em si lembra o Paladino, de Diablo II. Acho isso espetacular, porque sempre joguei com o Paladino.

- O trailer diz “new environments”, traduzindo, novos cenários e mapas. Pelas imagens, nada de impressionante ou que fuja dos padrões de Diablo III.

- Não vi nada a respeito da “itemização” no trailer. Para quem não se lembra, Lord of Destruction mudou e melhorou completamente a itemização de Diablo II. No entanto, sei que o sistema será totalmente mudado e que agora a famigerada AH, Auction House, será apenas um último recurso para achar itens. Tomara, porque na minha opinião, a “itemização” é o que faz o jogo.

- Como sempre, a Blizzard fez um belo trabalho no trailer.

- Sempre me pergunto a respeito de um novo Diablo: qual capeta vai sobrar para matar? Não trouxeram nenhum dos outros vilões do jogo passado de volta. Nem Baal, nem Mephisto, nem Duriel. Agora, vou ter que matar um tal de Malthael – um anjo decaído. Era o que estava faltando mesmo. Pelo menos o design do vilão é bem legal e ele parece ser muito mais assustador do que o próprio Diablo. Isso sim lembra algo do mal.

Reaper of Souls, expansão de Diablo III anunciada!

agosto 24, 2013
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A segunda notícia mais comentada da semana foi a nova expansão de Diablo III (pois é, nada pode competir com Ben Affleck como novo Batman). Como já dito anteriormente aqui, a Blizzard anunciou a primeira expansão de Diablo III na gamescom. Enfim, depois de ver esse teaser e babar nas CG’s maravilhosas que a Blizzard faz como ninguém, o que podemos suprimir de tudo isso é a nova classe “The Crusader” e um novo ato inteirinho a ser jogado, como já é de costume.

Fora todas as outras novidades secundárias, eu particularmente gostaria muito de ver mais classes novas e não apenas uma. Enfim, acessem a página oficial para mais informações:

http://us.battle.net/d3/pt/blog/10648023/diablo%C2%AE-iii-reaper-of-souls%E2%84%A2-%C3%A9-revelado-21-08-2013#best

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